• Imagen 1 BLADE WAR
    O speed que agita as noites limeirenses. Cover de Judas Priest com atitude e estilo.

Sinceras desculpas

Caros leitores.
Devido á grande falta de tempo não consegui postar mais nada este ano.
Provavelmente em Dezembro terei tempo para voltar a escrever.
Sinceras desculpas á todos!

Atenciosamente, a autora.

Como se produz um CD

Como qualquer pessoa os headbangers são grandes consumidores de “música”, eles possuem CDs, DVDs, MP3 e vinis de suas bandas preferidas. Enquanto ouvem o som cortante da guitarra e a voz rouca do vocalista cantando o refrão surge a pergunta: Como foi feito esse álbum? Quem fez tudo isso? Como é possível?

A resposta é simples, para se fazer um CD é preciso iniciar um longo e laborioso processo. Esse processo é a gravação em estúdio, a gravação em estúdio é o sonho da maioria dos músicos e bandas de diversos estilos musicais. É uma maneira de mostrar seu trabalho para o publico e divulgar sua obra. A gravação em estúdio possui “n” etapas: projeto, gravação, divulgação e distribuição.

O projeto começa como uma idéia, a banda cria músicas, faz shows, ensaios e então um dia decide gravar um CD. Os músicos procuram uma gravadora, eles entram em contato com o produtor musical e começam a negociar a gravação de um álbum. Com o contrato pronto começam a pensar no projeto. O projeto é um tipo de “esboço” do álbum, consiste em um relatório com observações sobre as músicas, o tipo de gravação, instrumentação, e etc. Quem avalia o projeto é o produtor musical, ele quem é responsável pela direção do projeto, cabe a ele decidir como o álbum deve ser gravado. O custo de produção musical profissional de um estúdio pode variar de R$:700,00 á R$2000,00 reais. Geralmente os músicos juntam dinheiro ou negociam formas de pagamento com o estúdio na hora de assinarem o contrato.

Depois da aprovação do projeto os músicos e o produtor musical realizam uma reunião para escolherem o estúdio, técnico de som, aparelhagem, dias de gravação e etc. Dependendo do tipo de álbum e do gênero musical é necessário um tipo específico de estúdio. Quando esta tudo decidido começa o processo de gravação. Os músicos vão para o estúdio e começam a “montar” as musicas do álbum, gravam os instrumentos depois a parte vocal, unem as duas gravações e começam a mixagem, a mixagem é o processo no qual o som é equalizado para que fique de maneira clara e profissional. Os trabalhos da gravação são realizados pelo técnico de som em conjunto com os integrantes da banda e o produtor musical.

Com as músicas prontas a banda começa a bolar a arte da capa do CD, esse trabalho fica por conta do designer gráfico que é encarregado de fazer a parte gráfica da produção. “A capa precisar ser algo atraente, pois a capa é a ‘cara’ da banda, precisa ser algo que tenha a ver com a banda e que seja um tipo de ‘ilustração’ para as músicas do álbum”-explica Jefferson Tamme, designer gráfico da empresa Maga Produções Musicais de Barueri-SP.

Após a gravação e a arte da capa estarem terminadas o produtor musical entra em contato com o advogado do estúdio, o papel do advogado é cuidar da burocracia da empresa que envolvem leis autorais e de direitos artísticos para que todo o processo seja regulamentado.

A divulgação do álbum fica por conta do assessor de imprensa da banda e do grupo de marketing da gravadora. Para divulgar o material da banda o assessor envia fotos e informações sobre eventos, shows, dia do lançamento do CD para diversos meios de comunicação. Com essas informações a mídia começa a divulgar o trabalho da banda.

Para promover o CD da banda revistas, jornais, sites publicam anúncios, resenhas e matérias que trazer algumas informações sobre o lançamento do álbum. A banda também promove o CD em shows, onde tocam as músicas do álbum, os músicos dão entrevistas á programas de rádio e de TV para promover seu projeto. Ter um website oficial da banda é importante para a promoção e divulgação de material, e ter uma página no Myspace é melhor ainda pois a banda pode articular seus novos trabalhos e compartilhá-los com o mundo todo.

Este longo processo ainda não teve fim, agora começa a distribuição do CD. Empresas especializadas contratadas pela gravadora distribuem o CD em lojas de música, lojas de instrumentos e etc. Então o tão esperado álbum chega nas prateleiras dos desses estabelecimentos comerciais e fica ao alcance do público.

Atualmente a indústria da produção musical vem enfrentando diversos problemas, dentre eles o download e a pirataria. Com a chegada da era digital muitas bandas gravam seus projetos em produtoras independentes e disponibilizam seu material online para ser “baixado”, nesse tipo de produção não ha processos legais e a banda fica a mercê de diversos problemas incluindo plagio e falsificação. “Hoje em dia, com a aparição dos ‘piratas’ as Companhias de discos caíram muito no mercado, sendo assim a maioria dos artistas trabalham independente das mesmas”-explica Frankye Arduini, produtor musical do estúdio Opus de São Paulo.

Devido ao alto custo da produção musical muitos músicos procuram a produção independe. Algumas bandas pequenas não podem bancar o alto custo exigido pelas gravadoras, então realizam gravações simples ao estilo “fundo de quintal” e vendem seus CDs durante os shows que fazem. É bem comum nos shows de metal mesmo nos dias de hoje as bandas pequenas venderem fitas cassetes com gravações demo de suas músicas durante os shows que fazem, algum amigo do dono do bar monta uma pequena ‘banca’ onde vende os CDs e fitas cassetes das bandas que estão se apresentando no lugar.

Uma da gravadora que se especializou somente em heavy metal é a Vampiria Records de Piracicaba, uma gravadora que começou como independente e que hoje é referencia na produção musical de metal nacional.

Texto e imagem: Luciana Nagata

Gêneros de metal- Parte 3





Acima um video que apresenta uma sátira a bandas de Black metal.


Metal melódico

O Metal melódico surgiu no inicio dos anos 90, possui características singulares de som como vocais agudos, solos de guitarra rápidos e a incorporação de instrumentos clássicos como flauta, piano e harpa. As músicas deste estilo são mais leves que as a dos estilos anteriormente vistos, as letras falam de épocas medievais, ou “mundos paralelos”, imaginação, fantasia e mágica. No exterior as bandas que representam o estilo são Avantasia, Rhapsody, Haagard e Kamelot. No Brasil as bandas que ganham destaque neste gênero são Dr. Sin, Amazon, Kalvarius, Lothlöryen e Soulspell.


Speed metal

O Speed metal é um gênero do metal que como os demais teve sua origem em meados dos anos 70 e 80. Este tipo de som é chamado de “speed” devido as batidas rápidas da bateria e dos solados rápidos da guitarra, pode ser considerado um som rápido porém que possui uma forte presença. As letras das músicas falam sobre fantasia, violência, opressão do governo sobre o povo, independência, sexo e o próprio universo do metal. As bandas que iniciaram o movimento foram Judas Priest, Running Wild, Motorhead, Metallica, Grave Digger, Accept e X-Japan. Aqui no Brasil as bandas que fazem parte do gênero são Stress, Blade War e Dorsal atlântica e etc.

Texto: Luciana Nagata

Gêneros de metal- Parte 2




O video acima mostra os diferentes generos de metal ao redor do mundo.

Metal progressivo

O Metal progressivo teve origem nos anos 60 e 70, este estilo veio do rock progressivo, é um estilo musical que combina elementos da música clássica, do jazz fusion e da música experimental. Normalmente as músicas deste estilo costumam ter uma duração superior a sete minutos. As bandas principais dentro do estilo são Rush, Jethro Tull, Pink Floyd, Genesis e Yes. Aqui no Brasil as bandas representantes do estilo são Rei Lagarto, Aquária, Karma, Khallice, Mindflow, Shaaman e Tuatha de Danann. As letras das músicas falam sobre filosofia, natureza, emoções, lendas, o imaginário e a psicodélia.


Gothic metal

O Gothic metal é um gênero de metal que é caracterizado por seu som sombrio, que possui uma atmosfera melancólica. As letras das músicas falam sobre religião, sexualidade e morte. O som das bandas do gênero utiliza muitos elementos da música erudita, como coros, orquestras e os vocais líricos. As bandas internacionais que deram origem ao Gothic metal são Paradise Lost, Lacuna Coil, Type O Negative, 69 Eyes. No Brasil as principais bandas de Gothic metal são Rosa Ígnea, Seduced by Suicide e Ravenland.


Thrash metal

O Thrash metal é um gênero do metal famoso por sua sonoridade rápida e por soar “cru” e pesado. Teve origem no começo da década de 80, advindo da musica hardcore punk o estilo se firmou como um som agressivo que expressa a revolta de uma geração. O termo “thrash” veio da música punk, era usado para classificar qualquer tipo de banda cujo som soasse brutal. O Thrash metal teve inicio com as bandas Anthrax, Megadeath, Overkill, Razor e Voivod e etc. As bandas precursoras do gênero no Brasil foram Ratos de Porão, Wardeath, Overdose, Chakal, Torture Squad e Azul Limão. As letras de Thrash metal geralmente falam sobre política, problemas sociais e ódio as formas de governo que oprimem o povo.


Death metal

O Death metal teve inicio nos anos 80, surgiu como um derivado do heavy metal que possuía um som mais enérgico que o metal tradicional e ao longos das décadas foi adicionando outros elementos a sua sonoridade como o “gutural”, consiste num tipo de canto onde a voz do músico soa como um grito rouco e abafado. As letras das músicas falam sobre niilismo, violência, morte e sobre a fragilidade da vida humana. As bandas que representam o estilo nos EUA e Europa são Bathory, Moonspell, Slayer, Kreator e Sodom. Aqui no Brasil as bandas pertencentes ao gênero são Mutilator, Holocausto,Sepultura ,Sarcófago ,Krisium , Sodamned e Vulcano.

Texto: Luciana Nagata

Gêneros de metal- Parte 1



O video acima ilustra os diferentes gêneros de metal e alguns sub gêneros.

O metal é um gênero musical fruto do rock que surgiu na década de 1960 e no começo da década de 1970 nos EUA e no Reino Unido. As raízes do heavy metal são: o blues, o rock e o jazz. As primeiras bandas que começaram a explorar esse gênero desenvolveram um som “maciço” que possui altas distorções amplificadas, prolongados solos de guitarra e batida enfáticas. É um som que pode ser descrito como uma forma extrema, em termos de volume, som e letras.


Sendo considerado um dos mais abrangentes gêneros musicais contemporâneos o metal possui uma vasta gama de gêneros que se dividem em sub gêneros. Os principais são: Heavy metal (termo também usado para classificar o metal em geral), Black metal, White metal, Metal Progressivo, Gothic metal, Thrash metal, Death metal, Metal melódico e Speed metal.


Heavy Metal

O heavy metal ou heavy metal tradicional foi o primeiro gênero que surgiu dentro do metal, ele foi o precursor do estilo musical. O heavy metal possui um sonoridade semelhante as primeiras bandas do gênero que surgiram nos anos 70 e 80, outra grande influencia desse gênero veio do hard rock e do blues. As principais bandas desse estilo são Iron Maiden, Deep Purple, Led Zepellim, Black Sabbat, Heaven and Hell. Aqui no Brasil as representantes do estilo são Viper, Salário Mínimo, Avenger, Black Rain, Hazy Hamlet e outras. Letras das músicas de heavy metal falam sobre historia, guerra, literatura, mitologia e a violência da qual sofrem os oprimidos de cada nação.


Black Metal

Gênero do metal considerado como o mais brutal dentre todos os gêneros. O black metal surgiu em meados dos anos 80 junto com o death metal, no entanto sua principal influencia veio do punk. É considerado um estilo sombrio, cru e agressivo e incorpora em suas letras temas como: satanismo, paganismo e mitologia nórdica em alguns casos há bandas cujas letras falam de neo-nazismo. As bandas principais desse estilo são: Venom, Darkthrone, Impaled, Nazarene, Mayhem, Hellhammer, Behemoth. Aqui no Brasil as bandas que representam o estilo são Lullaby, Korzus, Sarcófago, Unearthly, Esgaroth-black e Darkest Hate Warfront.


White metal

O White metal é um gênero dentro do metal que é essencialmente cristão. Teve sua origem no começo dos anos 70. Sofreu grande preconceito devido a imagem do metal estar ligada a temas considerados ofensivos ao cristianismo. Muitas igrejas cristãs não consideram certo “louvar o Senhor” com guitarras barulhentas e letras de protesto. As bandas principais dentro do estilo são Ressurrection, Messiahh Prophet, Jerusalem e Stryper. As letras são cheias de poesia e simbolismo positivo, também citações indiretas da bíblia. No Brasil o White metal é representado pelas bandas Oficina G3, Rosa de Saron, Fruto Sagrado, Expresso Lux, Livre Arbítrio, Militantes e Nova Razão.

Texto: Luciana Nagata

A tribo urbana dos headbangers

Em meu trabalho de conclusão do curso de bacharelado em Ciências Sociais, discorri sobre um tema ou assunto que se encontra muito presente na sociedade atual, mas que poucos são aqueles que escrevem um artigo ou texto de caráter científico ou metodológico sobre o mesmo, que é o das tribos urbanas no cotidiano moderno. Trata-se, no caso, de grupos de jovens (em sua maioria) que se unem e se organizam com o intuito de promoverem atividades artísticas, curtir shows e eventos musicais, organizar atividades políticas, participar de cultos religiosos – sem nenhuma finalidade de caráter normativo, individualista ou racional, mas sim estética, artística e emocional. E na minha pesquisa, em particular, discorri especificamente sobre a ”tribo” dos chamados headbangers (metaleiros na linguagem popular), que são os fãs do estilo musical do Heavy Metal.

Afinal, quem são os headbangers? Do ponto de vista estético, os headbangers, de uma forma geral, se vestem de preto, possuem cabelos compridos e utilizam utensílios ou acessórios que são incorporados à vestimenta (correntes, braceletes, pulseiras, bota etc.). Em suas roupas há diversos arquétipos e simbologias próprias, que foram criadas justamente para representar o estilo musical que escutam. Pode-se perceber a presença quase que generalizada e padronizada, por exemplo, da figura de uma caveira, de sangue, do demônio, dragões e personalidades míticas que formam a própria identidade do Heavy Metal.

O Heavy Metal, enquanto estilo musical, surgiu no final dos anos 60 na Inglaterra, em meio às classes suburbanas e médias do país, como uma forma de protesto ou de insubordinação a tudo aquilo que estava ocorrendo no mundo da época, como a grande influência do Industrialismo bélico e global no estabelecimento de guerras, violência, miséria generalizada, pobreza, da corrupção política…

Com o passar do tempo, foram surgindo diversas vertentes dentro do próprio Heavy Metal que foram adquirindo identidades, arquétipos e propostas próprias, sem necessariamente estar ligada a alguma causa política ou ideológica, como a New Wave of British Heavy Metal (criada nos anos 80 com bandas como Iron Maiden) o Thrash Metal (surgido nos anos 80 nos Estados Unidos e na Alemanha com bandas como Slayer, Metallica, Destruction e Kreator), o Power Metal (que apareceu na Alemanha e na Finlândia, com bandas como Helloween, Accept, Stratovarius, Sonata Arctic etc ), e o Black Metal, com bandas como Burzum, Behemoth e Venom. Não me aprofundarei no assunto em específico das características estruturais e rítmicas dos subgêneros do Heavy Metal e nem na citação das INÚMERAS outras vertentes deste estilo, pois não é o objetivo do artigo e nem do meu trabalho.

Os headbangers se organizam principalmente em shows, eventos musicais, bares e grandes galerias e centros (como a famosa Galeria do Rock na São Bento, em São Paulo) com o intuito de promoverem laços de solidariedade e união através da música e do compartilhamento de conhecimento e experiências com relação à mesma. É na hora dos shows musicais que se presencia a catarse emocional dos fãs do estilo e é onde se manifestam, nitidamente, os ritualismos presentes entre eles. E é exatamente nesse momento que a sua autonomia enquanto grupo é evidenciada. Em muitos momentos de empolgação, os headbangers praticam danças como o banging, que se baseia em um movimento violento do pescoço para frente ao ritmo da música e os moshs (fãs que sobem ao palco e se jogam para a plateia), além do famoso “sinal demoníaco”, que é feito com as mãos em qualquer momento do espetáculo musical para representar, através do dedo mindinho e do indicador, a figura do diabo e “o poder da música sobre o corpo”. Na verdade, esta simbologia manual foi criada em um contexto bastante diferente, mais especificamente na Itália da Idade Média onde o sinal (chamado tradicionalmente de Corna) servia para grupos arcaicos espantarem, através de rituais, o mau olhado ou alguma outra maldição, mas que foi incorporada à Modernidade através do Heavy Metal.

É essencial prestar atenção nestes tipos de relações micro-sociais, pois são elas que moldam as características básicas da nossa vida cotidiana e lhe dão uma forma rica e variada, que fogem do padrão clichê da análise pelo viés macro da Economia e da Política. Não se pode negar a importância da existência das tribos urbanas somente porque a sua atuação na sociedade não possui um valor utilitário no sentido de “procurar transformar o mundo”. Ao ser um sociólogo, é necessário bisbilhotar a realidade e investigar suas inúmeras características e dimensões, para que se possa olhá-la por ângulos diferentes e descobrir o quanto ela pode ser complexa, e acima de tudo, MÁGICA.

Texto: Victor Seiji Endo

Vitor é sociólogo e amante de literatura erudita.

Imagem: Luciana Nagata

Dá pra viver de música no Brasil?

Dedicação e treino são indispensáveis para qualquer músico. Não são garantias, no entanto, de sucesso. Os profissionais da área precisam mostrar talento para conseguir espaço no mercado de trabalho. O esforço é diário. Não há dia em que não haja treino e dificuldades. Mas também não há lugar para desânimo. Os obstáculos não devem desencorajar os jovens. Existem oportunidades de trabalho para músicos tão seguras e rentáveis quanto em outras profissões.


As orquestras sinfônicas são bons exemplos. É possível atuar como maestro ou instrumentista. Os salários nas maiores do país giram em torno de R$ 5 mil. No interior de São Paulo, há diversas orquestras efetivas em diferentes cidades. Em sua maioria elas são compostas por cerca de 80 músicos. Para trabalhar em uma sinfônica, os candidatos são submetidos a concursos públicos.


Quem é aprovado tem os mesmos benefícios de qualquer outro servidor público. Enfrenta uma acirrada concorrência e passa por uma avaliação muito rígida: os músicos tocam para uma plateia especializada, formada por grandes nomes da música erudita no Brasil. Eles decidem se o candidato tem condições de fazer parte da equipe.


A política salarial adotada por empresas e órgãos públicos (que possuem, inclusive, plano de carreira) valoriza o trabalho do músico e estimula quem sonha em se tornar um profissional. Hoje, o número de cursos e prêmios para quem toca música clássica aumenta o interesse de jovens pela música.


É bom lembrar que mesmo quem tem um emprego formal na área (seja como músicos de orquestras ou como professores), pode realizar trabalhos informais. Tocar em casamentos e festas é uma opção para os eruditos. Barzinhos e restaurantes, para músicos populares (isso inclui bandas de rock e metal). Ambos podem dar aulas particulares. Em Campinas há muitas oportunidades nesse sentido. E sobram vagas para os cursos nas escolas de música conservatórios.


Para ser um bom músico é preciso...

- Gostar do que faz

- Ter muita disciplina e determinação

- Treinar muito, diariamente, ser perseverante e paciente


Salário médio inicial

Professores de aulas particulares: de R$ 20 a R$ 50 por hora

Professores de escolas de música: R$ 1,4 mil mensais

Professores de universidades (mestres com dedicação exclusiva): R$ 2,5 mil por 40 horas semanais

Músicos de orquestras sinfônicas: de R$ 1,5 mil a R$ 5 mil.


Texto e Imagem: Nair Schimit

Nair é publicitária e curte metal.

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